.......

.......

terça-feira, 22 de novembro de 2016

CRISE HÍDRICA E O ATESTADO DE INCOMPETENCIA

ANA (Agência Nacional de Águas) suspende a vasão de água da Paraíba para o Rio Grande do Norte. Em outras palavras, isso significa que água em Caicó agora só através de Carro-Pipa e o abastecimento só será restabelecido apenas quando chover. A perguntar que não quer calar é: E se não chover?????



Se fosse um terremoto ou furacão até que as autoridades poderiam dá uma explicação plausível, porém, o problema da seca é secular e, a crise hídrica no Seridó vem sendo anunciada há 05 anos e nada fizeram para diminuir e evitar o caos que toma conta de Caicó e Região do Seridó. Isso indica que faltou planejamento, faltou vontade politica e respeito para com o povo sofrido do Seridó. O Governo de Robinson Faria "que não Fez" e os "deputados nada faz " do Seridó assinam junto seus próprios atestados de incompetência.

Governo deixa CAICÓ em caos hídricos

Toda cidade de Caicó encontra-se sem abastecimento de água.  As cidades de Timbaúba dos Batistas, Jardim de Piranhas e São  Fernando estão na mesma situação. Esse problema já perdura há  5 anos e nada foi feito para evitar a situação que vive hoje a região do Seridó, em especial, a cidade de Caicó.

Enquanto isso, a população vive o sofrimento de conviver com o desabastecimento de Água para suas necessidades básicas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

ÁGUA : COLAPSO TOTAL EM CAICÓ

Sistema de Abastecimento de Água entrou em Colapso total nas cidades de Caicó, Jardim do Piranhas, São  Fernando e Timbaúba dos Batista. São  mais de 100 mil pessoas sem acesso a água.  A situação é muito grave e poderá  piorar se a chuva não chegar cedo no sertão.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Tijolo de palha

Bom dia!

…vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido… —Êxodo 6:6

Leitura: Êxodo 6:1-13

A Bíblia em um ano: Êxodo 4-6;Mateus 14:22-36

Muitos de nós enfrentamos o desafio de trabalhar com recursos limitados. Equipados com menos dinheiro, menos tempo, energia reduzida e poucos ajudantes, nossa carga de trabalho permanece a mesma. Algumas vezes, é até maior. Há um ditado que resume esta situação: “Menos barro para mais tijolos.”

Esta frase refere-se às dificuldades dos israelitas como escravos no Egito. O faraó decidiu interromper o fornecimento de palha e, no entanto, exigiu que fabricassem o mesmo número de tijolos todos os dias. Eles exploraram a terra para encontrar recursos, enquanto os capatazes do faraó os açoitavam e os pressionavam para trabalharem ainda mais (Êxodo 5:13). Os israelitas ficaram tão desencorajados que não ouviram quando Deus disse por meio de Moisés, “…vos livrarei da sua servidão, e vos resgatarei com braço estendido…” (6:6).

Apesar de os israelitas recusarem-se a ouvir a mensagem de Deus, o Senhor ainda estava guiando e dirigindo Moisés, preparando-o para falar com o faraó. Deus permaneceu firmemente do lado de Israel — trabalhando nos bastidores. Como os israelitas, podemos ficar tão abatidos a ponto de ignorarmos o encorajamento. Em momentos de escuridão, é consolador lembrar-se de que Deus é o nosso libertador (Salmo 40:17). Ele está sempre agindo para o nosso bem, mesmo que não possamos ver o que Ele está fazendo.



Os momentos de dificuldades são momentos para a confiança.

terça-feira, 19 de maio de 2015

NÃO DEIXE A ONDA TE PEGAR

A Igreja Cristã tem perdido seu poder influenciador e está se deixando  influenciar pelo mundo e por filosofias contrárias ao ensino das escrituras. Um dos movimentos perigosos que tem se levantado como a “última moda” é o movimento denominado de Videira (Vineard) que tem se infiltrado dentro das várias denominações cristãs, inclusive naquela que são consideradas igrejas históricas e fundamentalistas. Será que os que defendem e seguem os princípios do Movimento Videira tem  se preocupado em estudar o que existe por trás do movimento? Qual será a origem desta nova onda entre “os cristãos”?
O Movimento Vineyard ou videira é uma organização carismática, que resultou em um movimento para-pentecostal, também reconhecido pelos nomes: "terceira onda", "teologia do poder," e "movimento dos sinais e das maravilhas” e que chegou ao Brasil nesta última década. Esse movimento teve suas raízes no início dos anos 70. Por volta de 1974, um pastor chamado Kenn Gullikson começou a crescer com ele e acabou formando uma igreja em Beverly Hills, Califórnia - EUA.
O objetivo declarado do movimento Vineyard foi a de combinar o melhor do pensamento evangélico com as práticas pentecostais, o que até parece algo inocente. Porém, há certos aspectos dos ensinamentos do Movimento Vineyard que são, no mínimo, suspeitos, se é que inteiramente não bíblicos. Os membros do Movimento Vineyard dependem da "experiência com Deus" ao invés de seguir a Bíblia como o padrão de fé e prática. Aí está um grande engano e devido a isso, eles ensinam que se o que fazem “funciona” de forma pragmática, então só pode ser de Deus. Além disso, o Movimento Vineyard promove diversas práticas que têm mais em comum com o ocultismo e o movimento da Nova Era que com o cristianismo bíblico. Algumas igrejas do Movimento Vineyard são conhecidas pela "cura interior" através do contato com espíritos familiares, das leituras de aura e dos programas psicológicos.
Esse movimento tem influenciado o comportamento de muitos cristãos, destruídos pilares das Igrejas Fundamentalistas, como por exemplo, a autoridade das escrituras e, tem influenciados a liturgia dos cultos de muitas Igrejas.
O alvo desse movimento é atingir o público Jovem com uma teologia moderna, que envolve uma mensagem mais branda e uma música que fale a linguagem dos jovens. O Movimento Vineyard no seu objetivo de "permitir que o Espírito se mova de formas que não esperamos", tem consentido que doutrinas estranhas e falsas práticas se infiltrem nos seus escalões, coisas que o Espírito Santo de Deus se opõe diametralmente.
É preciso estar alerta, as ondas sempre fizeram estragos enormes em muitas igrejas. Cuidado  para ser apanhado por essa nova mentira que se disfarça tão da verdade que até parece ser, mas na verdade é uma fraude espiritual a semelhança do G12 e outros movimentos modernos, que o alvo é o antropocentrismo e não cristocêntrico.
Pastor Lenivaldo Gonzaga
Pastor da Igreja Batista Regular em Caicó RN





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

TRABALHO EM IPANGUAÇU TEM TIDO UM BOM DESENVOLVIMENTO

O OBREIRO Marcio Maciel tem desenvolvido um bom trabalho  a frente da Igreja Batista Regular de Ipanguaçu. Pessoas tem chegado a Igreja, e os cultos tem sido muito participativo. 

O Departamento da Mocidade foi criado e o cultos acontecerão aos sábados.

Crianças continuam chegando à Escola Dominical e com a graça de Deus as famílias serão alcançadas com o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ore por decisões e pela firmeza dos crentes naquela igreja.

Ore e contribua com o Ministério do Obreiro Marcio Maciel na cidade de Ipanguaçu RN






RN É O ESTADO QUE GASTA MENOS POR ALUNO

O valor investido pelo governo federal em alunos do ensino médio de 16 Estados do País em 2015 não é suficiente para garantir a qualidade mínima de educação. Nas redes públicas de Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro, entre outros, o gasto estimado pelo governo federal ficará abaixo dos R$ 3.771, valor mínimo do Custo Aluno-Qualidade (CAQi), referência aprovada no Plano Nacional de Educação.
O valor mínimo necessário por aluno para garantir uma educação de qualidade foi atualizado a pedido do iG por José Marcelino de Resende, professor da USP e presidente da Fineduca (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação) com base em parecer aprovado pelo Conselho Nacional de Educação em 2010.
Neste custo estão inclusos o custo de professores com formação e salário adequados, limites mais baixos no número de crianças por sala, escolas com biblioteca, laboratórios de ciência e informática e quadra esportiva.
Em dez Estados, o valor investido por aluno do ensino médio será de R$ 3.220,46 – gasto mínimo estipulado pelo Fundeb em portaria publicada no dia 29 de dezembro de 2014.
Apenas 11 Estados têm valor superior ao mínimo de qualidade para o nível investido pelo governo federal, entre eles estão Rondônia, Roraima, São Paulo e Rio Grande do Sul. 
O ensino médio é a fase escolar que mais tem provocado preocupações em relação ao mau desempenho dos estudantes. Na última avaliação do MEC, o país ficou abaixo da meta. Os estudantes tiveram, em média, nota 3,7, de dez pontos possíveis. E em 16 Estados, houve piora nos resultados de 2013 em relação a 2011.  
Salário do professor e redução do nº de alunos por sala aumentam custo
A implementação da Lei do Piso para professores, criada em 2008, e a redução do número de estudantes por sala são os dois itens de maior impacto no Custo Aluno-Qualidade, de acordo com Resende. 
"O pessoal é o principal gasto da educação. Quando você reduz o número de estudantes por sala, precisa de mais professores."
No parecer do CNE, está previsto o limite de 30 alunos em salas do ensino médio. Em São Paulo, o limite usado na rede estadual é de 40 estudantes, no entanto, as aulas da rede voltaram neste ano com salas de até 85 alunos matriculados.
Outro ponto importante é a equidade na qualidade da educação, como previsto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. "Você tem que ter critérios mínimos. As escolas do Amazonas e de São Paulo são diferentes, claro que são. Mas nem por isso você pode abrir mão de ter biblioteca com bom acervo ou laboratório de ciência em uma escola do Amazonas. Devem ser diferentes, mas tem de ter", indica Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. 
O Censo Escolar 2013, compilado pelo Qedu, mostrou que 65% das escolas brasileiras não têm biblioteca. Um trabalho feito por pesquisadores da UFSC e da UnB aponta ainda que 44% das escolas do País não têm TV ou computador.
CAQi deve ser aplicado a partir de 2016
O parâmetro, defendido pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, foi incluído no Plano Nacional de Educação sancionado pela presidente Dilma Rousseff em 2014. O plano prevê que até 2016, o valor de referência para o gasto com cada estudante de educação básica tenha como referência critérios de qualidade mínima da educação. 
"São critérios muito objetivos, que são o mínimo que todas as escolas deveriam ter e não têm. O CAQi é o que diz a LDB. É melhor que o Fundeb, que é apenas um fundo contábil com o rateio de quanto se investe", avalia Resende. "Tem que investir, foi isso que outros países fizeram para sair do buraco."
O plano, aprovado em 2014, prevê o aumento de investimentos em educação até o índice de 10% do Produto Interno Bruto até 2024. Hoje, o percentual é de aproximadamente 6,1% do PIB. O texto responsabiliza a União pela complementação, quando necessário, do valor mínimo gasto por redes municipais e estaduais e isso é parte do entrave.
Com o corte de gastos implementado pelo governo de Dilma no início deste ano, o MEC sofreu uma redução de R$ 7 bilhões em seu orçamento e foi o ministério mais afetado.
Segundo estimativas da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, seriam necessários R$ 37 bilhões de acréscimo para que as matrículas atuais das redes públicas atingissem o nível do CAQi. Se considerada a meta de inclusão de todos os brasileiros de 4 a 17 anos na escolas em 2016, outros R$ 13 bilhões teriam de ser adicionados, informa Cara. O investimento seria algo próximo a 1% do PIB.
Na Conferência Nacional de Educação realizada no fim do ano passado, os representantes pediram o parecer do CNE sobre o CAQi, de 2010, seja homologado pelo ministério até maio de 2015 "para constar das leis orçamentárias para o ano de 2016, momento em que o CAQi deve estar implementado", afirma o documento. 
Procurado, o Ministério da Educação não respondeu se o parecer do CNE deve ser homologado ainda este ano, quais seriam as estimativas do ministério de valor do CAQi e se o ministério trabalha com a expectativa de implementar o Custo Aluno-Qualidade em 2016.
Em nota, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro afirmou que o governo estadual complementa o valor e investirá por aluno R$ 5,3 mil ao ano, de acordo com o orçamento de 2015.
Confira problemas da educação brasileira
PROBLEMAS NA ESCRITA - No Enem de 2014, 529 mil estudantes brasileiros tiraram zero na redação. O tema era Publicidade Infantil. Foto: Marcos Santos/USP Imagens
ENSINO DE MÁ QUALIDADE - No Brasil, mais de 90% dos estudantes terminaram o ensino médio em 2013 sem o aprendizado adequado em matemática. Foto: Thinkstock/Getty Images
REPETÊNCIA E EVASÃO - Com baixa qualidade de ensino, estudantes repetem de ano e abandonam a escola. Metade dos alunos não concluem o ensino médio até os 19 anos. Foto: A2 Fotografia/José Luis da Conceição/Divulgação
PROFESSORES TEMPORÁRIOS - 1 em cada 4 professores da rede pública do País é temporário, segundo estudo do Ipea. Assim, os professores não têm direitos trabalhistas completos e tampouco dedicação total ao trabalho. Foto: Divulgação/A2 Fotografia/Eduardo Amorim
BAIXOS SALÁRIOS - Em 2015, a Lei do Piso subiu o salário para R$ 1.918 por 40 horas de trabalho por semana. Criada em 2008, a lei não é cumprida por 3 redes estaduais: MG, RS e RO. Foto: Arquivo E.E. José Florentino
MUITOS ALUNOS POR SALA - Na rede estadual de São Paulo, as aulas começaram em 2015 com turmas superlotadas. Apesar do limite de 40 alunos, salas tinham até 85 matrículas. Foto: Cristiane Capuchinho/iG
VIOLÊNCIA - A violência no entorno das escolas também atinge as salas de aula. Escolas públicas por vezes têm de lidar com roubo de materiais e até de merenda. Foto: DIVULGAÇÃO/GOVERNO DO RIO DE JANEIRO
FALTA DE INFRAESTRUTURA - Mesmo em SP, um dos Estados mais ricos do País, a rede estadual ainda tem escolas feitas de lata. Foto: Bárbara Libório/iG São Paulo
FALTA DINHEIRO -  Dados coletados pelo Pisa 2012 mostram que o Brasil investe US$ 26.765 por estudante entre 6 e 15 anos. A média dos demais países da OCDE é de US$ 83.382. Foto: Agência Brasil
FALTAM VAGAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL - Em 2016, todas as crianças de 4 e 5 anos deverão estar matriculadas na escola. Atualmente, 2 em cada 10 estão fora da escola. Foto: Thinkstock Photos
PROBLEMAS NA ESCRITA - No Enem de 2014, 529 mil estudantes brasileiros tiraram zero na redação. O tema era Publicidade Infantil. Foto: Marcos Santos/USP Imagens
1/10



Texto

    quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

    ESTADO ISLÂMICO EXPÕE O MUNDO A III GUERRA MUNDIAL


    O Estado Islâmico pode causar a Terceira Guerra Mundial?

    Arno Froese - 30/01/2015
    O rei da Jordânia, Abdullah II descreveu a luta contra o Estado Islâmico como semelhante a uma terceira guerra mundial.
    "Nós temos que nos levantar e dizer: 'Esta é a linha que é desenhada na areia'", disse o rei em uma entrevista que foi ao ar na CBS. "É claramente uma luta entre o bem e o mal."
    Em uma longa entrevista com Charlie Rose, Abdullah mencionou que a um recruta do Estado Islâmico é oferecido cerca de US$ 1000 por mês, que é similar ao pagamento de um coronel do exército jordaniano.
    Obama e Abdullah fizeram uma demonstração de solidariedade contra o Estado Islâmico, mantendo conversações no Salão Oval que cobriram desde o programa nuclear do Irã até tensões entre Israel e os palestinos.
    Abdullah absorveu em seu país cerca de 1,5 milhões de refugiados da guerra civil na Síria. Para continuar a lidar com o desafio, Obama prometeu US$ 1 bilhão em ajuda e uma nova garantia de empréstimo para ajudar a Jordânia. The Jerusalem Post, 08 de dezembro de 2014
    O potencial para uma terceira guerra mundial não é impossível, mas muito improvável. O mundo mudou em praticamente todos os níveis da sociedade, sendo a globalização a causa principal. A maioria das nações do mundo estão interligadas, de tal forma que qualquer quebra poderia causar uma catástrofe sem precedentes a cada país participante.
    Interessante é que o ISIS tem a capacidade de pagar grandes quantias para seus soldados. Essa escala de pagamento é um grande atrativo para aqueles que não vêem nenhuma maneira de sair da pobreza. Mas isso não se aplica a outros grupos provenientes das relativamente abastadas nações europeias.
    Sem dúvida, no final, o ISIS irá e deve sucumbir. A razão parece óbvia: nenhuma nação reconhecida está por trás do ISIS.
    Enquanto isso, um número cada vez maior de grupos muçulmanos estão abertamente distanciando-se da filosofia do ISIS para estabelecer um Estado islâmico no mundo árabe.
    Como secar recursos financeiros, não só para ISIS, mas também para outros grupos terroristas, é a tarefa para a comunidade internacional. Isso também será resolvido no final, porque o maior poder ainda é o dinheiro. Apoio ao ISIS é apenas uma gota no balde quando comparado com a economia do mundo, com aproximadamente 70.000 bilhões de dólares.— Arno Froese - Beth-Shalom.com.br

    quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

    NOVO OBREIRO NA IBR DE IPANGUAÇU


      




    Somos gratos a Deus pelo apoio que aos amados tem dado a nossa Igreja nos últimos anos, ajudando no sustento do Pastor Anderson Roque. Como os amados já sabem o Pastor Anderson Roque se transferiu para um novo campo para desenvolver um novo ministério. Somos gratos a ele e aos irmãos que o apoiaram durante esse tempo.

    O trabalho não pode parar, A IBR Ipanguaçu está aos cuidados da AIBRERN e Deus nos enviou um casal de Obreiros para nos ajudar a continuar o trabalho aqui, Trata-se do casal Marcio e Luzivânia Marciel que junto com sua família irão nos ajudar durante o ano de 2015 ou até quando o Senhor permitir.


    No entanto ainda iremos precisar da ajuda de Igrejas Co-irmãs para ajudar no sustento do casal e de sua família. Lembramos que os Pastores Jerry Bezerra e Lenivaldo Gonzaga irão supervisionar  o trabalho desenvolvido e prestar relatório junto as Igrejas parceiras no Projeto Ipanguaçu 2015. O casal mudará definitivamente para a cidade de Ipanguaçu na primeira semana de fevereiro.

    Pedimos suas orações e seu apoio financeiro para que a obra de Deus tenha sua continuidade assegurada, além do sustento da família, o irmão Marcio terá despesas fixas como Aluguel, água, luz e eventualmente transporte.

    As suas ofertas devem ser enviadas na seguinte conta
    Caixa Econômica Federal
    Agencia 0806
    Operação 013 
    Conta   Poupança  52482-8    
    MARCIO MACIEL FRANÇA  OLIVEIRA      

    sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

    AQUECIMENTO GLOBAL APROXIMAM PLANETA DO APOCALIPSE DIZEM OS CIENTISTAS

    Um “relógio” fictício criado há 70 anos para medir quão próxima a humanidade está de sua extinçãovoltou a se movimentar hoje. Ele estava a 5 minutos da meia-noite (horário que representa a “extinção”) e nesta quinta, 22, foi "adiantado" para apenas três minutos - somente um "minuto" a mais do que o momento mais próximo da extinção.
    Segundo os cientistas do Bulletin of Atomic Scientists, grupo que monitora a possiblidade de extinção da humanidade,  a negligência dos governos ao redor do mundo de atacar radicalmente o aquecimento global. Estados Unidos, China e Rússia são os maiores vilões no assunto, porque nem mesmo mandaram representantes à última conferência em Lima, no Peru. As reações, segundo o BAS, estão sendo tomadas em "câmera lenta". "A 'meia-noite' não é uma coisa qualquer: simplesmente significa a extinção da raça humana e da vida no planeta", afirmou Kennette Benedict, diretora do Bulletin of the Atomic Scientists
    O relógio, oficialmente chamado de “Doomsday Clock” (“Relógio do Apocalipse”) foi criado há décadas  pelo BAS para dar uma ideia ao mundo de como o homem se aproxima da autodestruição. A criação se seguiu ao lançamento da bomba nuclear em Hiroshima e Nagasaki no Japão. A esposa de um dos cientistas envolvidos no “Manhattan Project” foi quem idealizou a concepção gráfica do “Relógio”.
    Durante a Guerra Fria, o relógio se “aproximava” da meia-noite sempre que a tensão entre EUA e União Soviética se agravava. O momento mais próximo da destruição foi em 1953, quando as duas superpotências de então começaram a fazer testes com a bomba de hidrogênio. Com o fim da Guerra Fria, o ponteiro dos minutos do relógio atingiu sua maior distância da “meia-noite”, em 1991, chegando a 17 “minutos” de distância.
    Na coletiva dada pela organização científica, os cientistas observaram que muitas das consequências vão muito além da catástrofe natural. "Governos podem perder estabilidade. O Oceano Ártico passará a ser uma área de instabilidade militar porque novas fronteiras se formam. Criaremos um novo tipo de refugiado - os refugiados ambientais", ilustrou o professor Richard Sommerville, da Universidade da California.
    A última mudança foi em 2012, quando o relógio passou a ficar a 5 minutos da autodestruição, após o desastre nuclear de Fukushima e da disseminação do virus H5N1. A decisão dos cientistas de mexer o relógio em "dois minutos" indica que a humanidade está se destruindo a passoa mais largos.