.......

.......

domingo, 11 de maio de 2014

Dia das mães



Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. Pv 31:10.  

A nossa homenagem no dia das mães a irmã Nazinha Pessoa, membro da igreja Batista Regular de Caicó, uma das fundadoras da igreja, mulher fiel, que muito me ajudou na minha carreira cristã, mulher conselheira e exemplo de fé. 

Nelma Maria Dantas
Pr. Laercio Dantas 

Igreja Batista Regular de Ilhéus – BA



segunda-feira, 17 de março de 2014

Com Tudo Que Possuis, Adquire A Unção

Na igreja moderna, a reunião de oração é uma espécie de Cinderela. Essa serva do Senhor é desprezada e desdenhada porque não se adorna com as pérolas do intelectualismo, nem se veste com as sedas da Filosofia; nem se acha ataviada com o diadema da Psicologia. Mas se apresenta com a roupagem simples da sinceridade e da humildade, e por isso não tem receio de se ajoelhar.
O “mal” da oração é que ela não se acha necessariamente associada a grandes façanhas mentais. (Não quero dizer, porém, que se confunda com preguiça mental). A oração só exige um requisito: a espiritualidade. Ninguém precisa ser espiritual para pregar, isto é, a preparação e pregação de um sermão perfeito segundo as regras da homilética e com exatidão exegética, não requer espiritualidade. Qualquer um que possua boa memória, vasto conhecimento, forte personalidade, vontade, autoconfiança e uma boa biblioteca pode pregar em qualquer púlpito hoje em dia. E uma pregação dessas pode sensibilizar as pessoas; mas a oração move o coração de Deus. A pregação toca o que é temporal; a oração, o que é eterno. O púlpito pode ser uma vitrine onde expomos nossos talentos; o aposento da oração, pelo contrário, desestimula toda a vaidade pessoal.
A grande tragédia de nossos dias é que existem muitos pregadores sem vida, no púlpito, entregando sermões sem vida, a ouvintes sem vida. Que lástima! Tenho constatado um fato muito estranho que ocorre até mesmo em igrejas fundamentalistas: a pregação sem unção. E o que é unção? Não sei. Mas sei muito bem o que é não ter unção (ou pelo menos sei quando não estou ungido). Uma pregação sem unção mata a alma do ouvinte, em vez de vivificá-la. Se o pregador não estiver ungido, a Palavra não tem vida. Pregador, com tudo que possuis, adquire unção.
Irmão, nós poderíamos ter a metade da capacidade intelectual que possuímos se fôssemos duas vezes mais espirituais. A pregação é uma tarefa espiritual. Um sermão gerado na mente só atinge a mente de quem a ouve. Mas gerada no coração, chega ao coração. Um pregador espiritual, sob o poder de Deus, produz mentalidade espiritual em seus ouvintes. A unção não é uma pombinha mansa esvoaçando à janela da alma do pregador; não. Pelo contrário; temos que batalhar por ela e conquistá-la. Também não é algo que se aprenda; é bênção que se obtém pela oração. Ela é o prêmio que Deus concede ao combatente da fé, que luta em oração, e consegue a vitória. E não é com piadinhas e tiradas intelectuais que se chega à vitória no púlpito, não. Essa batalha é ganha ou perdida antes mesmo de o pregador pôr os pés lá. A unção é como dinamite. Não é recebida pela imposição de mãos, nem tampouco cria mofo se o pregador for lançado numa prisão. Ela penetra e permeia a alma; abranda-a e tempera-a. E se o martelo da lógica e o fogo do zelo humano não conseguirem quebrar o coração de pedra, a unção o fará.
Que febre de construção de templos estamos presenciando hoje. No entanto, sem pregadores ungidos, o altar dessas igrejas não verá pecadores rendidos a Cristo. Suponhamos que todos os dias diversos pescadores saiam para o alto-mar com seus barcos, levando o mais moderno equipamento que existe para o exercício desse ofício, mas retornem sempre sem apanhar um só peixe. Que desculpa poderiam dar para tal fracasso? No entanto é isso que acontece nas igrejas. Milhares delas estão abrindo as portas dominicalmente, mas não vêem conversão. Depois tentam encobrir sua esterilidade interpretando textos bíblicos a seu bel-prazer. Mas a Bíblia diz: “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia...”
E o mais triste em tudo isso é que o fogo que devia haver nesses altares encontra-se apagado ou arde em combustão muito lenta. A reunião de oração está morrendo ou já morreu. Com a atitude que temos em relação à oração, estamos dizendo ao Senhor que o que ele começou no Espírito, nós terminaremos na carne. Qual é a igreja que pergunta a um candidato ao ministério quanto tempo ele passa diariamente em oração? A verdade é que o pregador que não passa pelo menos duas horas por dia em oração, não vale um vintém, por mais títulos que possua.
A igreja hoje se acha como que postada na calçada assistindo, entre aflita e frustrada, à parada dos maus espíritos de Moscou, que marcham pomposamente no meio da rua respirando ameaças contra “tudo que é amável e de boa fama”. Além disso, no lugar da regeneração, o diabo colocou a reencarnação; no lugar do Espírito Santo, os espíritos-guias; no lugar do verdadeiro Cristo, o anticristo.
E o que a igreja tem para contrapor aos males do comunismo? Onde está o poder espiritual? A impressão que se tem é que, ultimamente, uma forte sonolência tomou o lugar da oposição religiosa, nos púlpitos e também nas publicações evangélicas. Quem hoje batalha “diligentemente pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”? Onde estão os combatentes divinamente ungidos de nossos púlpitos? Os pregadores que deviam estar “pescando homens”, parecem estar pescando mais é o elogio deles. Os que costumavam espalhar a semente, agora estão colecionando pérolas intelectuais. (Imagine só, semear pérolas num campo!)
Chega dessa pregação estéril, espiritualmente vazia, que é ineficaz, porque foi gerada num túmulo e não num ventre, e se desenvolveu numa alma sem oração, sem fogo espiritual! É possível alguém pregar e ainda assim se perder; mas é impossível orar e perecer. Se Deus nos chamou para o seu ministério, então, prezados irmãos, insisto em que precisamos de unção. Com tudo que possuis, adquire a unção, senão os altares vazios de nossas igrejas serão exemplos vivos de nosso intelectualismo ressequido.

“Nossas orações precisam ser apoiadas numa energia que nunca esmorece, numa persistência que não aceita não como resposta, e numa coragem que nunca se rende”.
— E. M. Bounds.
“Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo”.
— Judas20.
“Ah, se pudéssemos sentir-nos mais preocupados com o estado de inanição em que se encontra hoje a causa de Cristo na terra, com os avanços do inimigo em Sião e com a devastação que o diabo tem efetuado nele. Mas infelizmente um espírito de indiferença vem imobilizando muitos de nós”.
— A. W. Pink.
“A oração era seu interesse máximo!”
— O biógrafo de Edwin Payson.
“Tenho passado dias e até semanas prostrado ao chão, orando, silenciosamente ou em voz alta”.
— George Whitefield.
“Todo declínio espiritual começa com a negligência da oração. Nenhum coração pode desenvolver-se bem sem muita comunhão íntima com Deus; não existe nada que possa compensar a falta dela”.
— Berridge.
“A impressão que tive foi que ele já havia subido para o céu, e se achava imerso em Deus. Muitas vezes, após terminar seu momento de oração, ele estava branco como a cal da parede”.
— Comentário de um amigo de Tersteegen, após um contato com ele em Kronenberg.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

FELIZ 2014

A Igreja Evangélica Batista em Campo Redondo RN, deseja a todos os irmãos, amigos e a toda comunidade Camporedondense, votos de um Ano Novo Feliz e repleto de realizações, na Esperança que o Cristo vivo volte para buscar seu povo.

TEIÍSMO ABERTO PARTE 1


TEÍSMO ABERTO
Por: Pr. Jenuan Lira
(Reitor do SIBIMA – Seminário e Instituto Bíblico Maranata)
O NOSSO DEUS IMUTÁVEL
Uma resposta às novas concepções teológicas do Teísmo Aberto
INTRODUÇÃO –
1. A História do Cristianismo, desde seus primórdios está repleta de registros em que,
por causa do aparecimento de novas questões teológicas, foi preciso a Igreja se
posicionar e sistematizar sua compreensão sobre as questões levantadas. Muito do
conteúdo dos compêndios de Teologia Sistemática vieram desses embates acerca
das teologias contemporâneas.
2. Já no período apostólico as questões relacionadas às doutrinas cristãs eram motivo
de preocupação dos líderes, os quais sentiam-se impelidos a proteger seus rebanhos:
a. Gl. 1:6-9: Uma severa ameaça ao evangelho é denunciada por Paulo.
Tratava-se do legalismo, que essencialmente ensina a necessidade de
participarmos na nossa salvação por meios do cumprimento de certos
preceitos.
b. At. 20:29-30: Paulo avisa sobre o fato de que enganos haveriam de surgir
dentre os próprios líderes da Igreja de Éfeso.
c. Ef. 4:14: Aqui nota-se o perigo dos ventos de doutrinas, os quais nascem no
coração de homens astuciosos, que agem por meio de artimanhas e induzem
ao erro. Nem sempre os erros doutrinários são frutos de reflexões
descuidados ou idéias inocentes. Muitas vezes surgem de mentes maliciosas.
d. Jd. 3-4: Judas exorta a que batalhemos pela fé. A fé estava sob ataque, e o
autor sagrado viu o perigo. Por isso, resolveu mudar o seu tema devido aos
perigos insidiosos que rondavam a Igreja.
3. Constantemente, alguns pontos da nossa fé estão sob ataque, mas alguns não
merecem tanta atenção porque são mais periféricos. Contudo, quando o ataque se
dirige à doutrinas essenciais, imediatamente podemos notar a preocupação entre os
líderes cristãos, mesmo que não estejam necessariamente na mesma igreja ou
denominação. Este é o caso com uma nova doutrina que tem causado preocupação
no meio evangélico em geral. Esta doutrina é chamada Teísmo Aberto ou Teologia
Relacional. Na nossa cidade essa doutrina tem causado uma certa agitação porque
um dos principais proponentes é o Pr. Ricardo Gondim, líder nacional da igreja
Assembléia de Deus Betesda.
Estou citando o nome da Igreja Betesda, porque o problema tem se tornado
público, ocupando, inclusive as páginas do Diário do Nordeste, conforme nota que
tenho em mãos.
Decidi tratar desse tema porque tenho sido perguntado sobre a questão e sei que o
mesmo tem ocorrido com os irmãos da nossa Igreja. Portanto, achei que seria
necessário trazer esclarecimentos úteis, que previnam e edifiquem nosso povo.
PARTE I. O ENSINO DO TEÍSMO ABERTO SOBRE DEUS
A. Como surgiu o Teísmo Aberto?
a. Começou em 1980 quando um teólogo americano, Clark Pinnock, reivindicou ter
encontrado o “verdadeiro ” entendimento bíblico sobre Deus. Suas idéias se
desenvolveram, chegando ao centro do cristianismo contemporâneo por meio de
outros autores americanos: Gregory Boyd, John Sanders, e alguns escritores
populares. Gary Gilley coloca entre esses Phillip Yancey e Richard Foster.
A obra que marca o início dessa nova concepção sobre Deus foi A Abertura de Deus
(1980) – Clark Pinnock
Mas a explosão do Teísmo aberto só se deu quando Pinnock, Richard Rice, John
Sandres, William Hasker e David Basinger publicaram A Abertura de Deus: Um
Desafio bíblico ao Entendimento Tradicional de Deus (1994).
Outras importantes obras se seguiram: Cartas de um Cético e O Deus do Possível,
de Gregory Boyd; e , O Deus que se Arrisca, de Jonh Sanders.
B. Por que o Teísmo Aberto é tão sério?
Porque diz respeito à pessoa de Deus. É um ensino que atinge o coração da fé cristã.
Deus é a base de toda realidade, o fundamento básico do cristianismo.
Ser crente pressupõe a aceitação de certas declarações sobre a Pessoa de Deus: Sua
natureza, atributos, vontade e propósitos.
Nossa Bíblia é o Livro de Deus, nossos cultos são feitos a Deus, nossos cânticos são
louvores a Deus, nossas orações são dirigidas a Deus, nosso galardão virá das mãos
de Deus, nossa pregação é em nome de Deus, nossa missão é ser embaixadores de
Deus. Portanto, qualquer coisa que se diga sobre Deus se reveste de fundamental
importância. Mexer no conhecimento de Deus, é tocar no alicerce de tudo que
cremos, pensamos e almejamos.
O Teísmo Aberto toca em Deus, procura redefini-lo, tenta rebaixá-lo ao nível da
compreensão humana, esquecendo que o Infinito jamais pode ser contido pelo finito
(Is. 55:6-11). Certamente Deus tem se desvendado a nós nas Escrituras, mas ainda
há um abismo intransponível entre nós e Deus, o mesmo abismo que separa o
Criador da criação, o humano do divino, o temporal do eterno.
C. O que diz o Teísmo Aberto?
Clark Pinnock diz...
“Deus, em sua graça, assegura aos homens significativa liberdade para cooperar a
favor ou contra Sua vontade para a vida deles, e entra com eles num dinâmico
relacionamento de dar e receber. A vida cristã envolve uma genuína interação entre
Deus e os homens. Nós respondemos às graciosas iniciativas de Deus, e Deus
responde às nossas, e assim continuamos. Deus corre riscos nessa forma de
relacionamento, mas Ele tem recursos infinitos e é competente para agir em
direção ao seu alvo último. Às vezes, Deus decide sozinho como realizar esses alvos.
Outras vezes, Deus atua com as decisões humanas, adaptando seus próprios planos
para se encaixarem às situações mutáveis. Deus não controla tudo que acontece. Ao
contrário, Ele está aberto para receber as novas possibilidades das suas criaturas.
Num diálogo amoroso, Deus nos convida a participar com Ele a fim de tornar o
futuro real ”
Esta declaração afirma algumas coisas sérias que desafiam o entendimento clássico
do ser de Deus –
a. Deus não é soberano - sua vontade pode ser frustrada
b. Deus corre riscos – Ele responde a nossas respostas. Ele tem muitos recursos,
mas pode cometer erros, quando passa a bola para nós. Nossa ações livres
podem afetar a Deus de tal maneira que ele fica frustrado e se vê obrigado a
procurar alternativas. Em certo sentido, Deus está à mercê das Suas criaturas.
c. Deus é limitado em conhecimento – Como Deus não conhece o futuro, Ele
procura alguns sinais nas suas criaturas que o ajudam a tomar a decisão certa.
Ele não sabe o futuro porque ele está sujeito ao tempo, como nós. Ele não tem
conhecimento infinito (onisciência), Ele está constantemente aprendendo.
Portanto, Ele está em constante mutação, não em essência, mas em
entendimento. Deus não sabe o que uma pessoa vai fazer, até que a pessoa faça.
D. Qual a principal mudança na concepção de Deus provocada pelo Teísmo Aberto?
A principal “novidade” é a limitação da onisciência de Deus. Os teístas abertos
negam que introduziram tal novidade na teologia propriamente dita. Eles enfatizam
que, como diz a teologia clássica, eles também aceitam que Deus conhece todas as
coisas, que é infinitamente sábio, e tem todos os recursos e competência. Contudo,
eles acrescentam uma pequena frase que faz toda diferença: Deus conhece todas as
cosias conhecíveis. Com isto estão dizendo que certas coisas estão fora do campo do
conhecimento divino. Deus pode conhecer perfeitamente o passado, vê com clareza
todo o presente, mas Ele não pode conhecer o futuro, pois o futuro não é conhecível,
visto que ainda não se realizou.
Tal pensamento traz algumas implicações sérias. Uma delas, por exemplo, diz
respeito às profecias bíblicas. Se Deus não sabe o futuro, como pode fazer predição?
A resposta dos teístas abertos ou relacionais é que “as profecias têm um final aberto
e dependem, em grande parte, da resposta dos homens a elas, e Deus gosta que as
coisas sejam assim, pois de outro modo, Ele não teria a gostosa experiência da
surpresa...Deus aprende coisas, e gosta de aprendê-las”, diz Pinnock.
Conclusão –
Como diz um certo autor, Bruce Ware, “o sistema teológico do Teísmo Aberto
entra em colapso se puder ser demonstrado que Deus conhece todo futuro, todas as
contingências, incluindo todas as livres escolhas e ações futuras que suas criaturas
farão... e as evidências da Escritura sobre isso são absurdamente inegáveis”

AIBRERN 2014


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

É TEMPO DE AGRADECER

O Ano está chegando ao fim. Quero agradecer e engrandecer a Deus por todas as bençãos recebidas em 2013 e ao mesmo tempo rogar a Deus para que a bençãos do Todo Poderoso seja abundante na vida de cada irmão e de cada amigo em 2014.

Que Deus os abençoe ricamente é minha sincera oração.

Pr. Lenivaldo

sábado, 8 de junho de 2013

A Segurança do Perdão


É maravilhoso ser restaurado ao Senhor. Todavia, isto não significa que daí em diante não haverá problemas. Muitos crentes que são trazidos de volta para a comunhão com Deus passam por momentos terríveis de sentimento de culpa, dúvida e depressão; eles têm dificuldade para acreditar que foram realmente perdoados.
Vamos examinar a seguir algumas das dificuldades mais comuns que eles enfrentam:
1. Como posso ter certeza de que Deus me perdoou?
Você pode saber sobre isto por meio da Palavra de Deus. Ele prometeu repetidas vezes perdoar aqueles que confessarem e abandonarem seus pecados. Não há nada no universo tão certo quanto a promessa de Deus. Para saber se Deus o perdoou, você tem que acreditar em Sua Palavra. Ouça estas promessas:
O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).
Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi” (Is 44.22).
Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is 55.7).
Vinde e tornemos para o Senhor, porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará” (Os 6.1).
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (1 Jo 1.9).
2. Sei que Ele me perdoou no momento em que fui salvo, mas, quando penso nos terríveis pecados que cometi já como crente, é difícil crer que Deus possa me perdoar. A mim parece que pequei contra uma tremenda luz!
Davi cometeu adultério e assassinato; no entanto, Deus o perdoou (2 Sm 12.13).
Pedro negou o Senhor três vezes; todavia, o Senhor o perdoou (Jo 21.15-23).
O perdão de Deus não está limitado aos não salvos. Ele promete perdoar os decaídos também:
Curarei a tua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles” (Os 14.4).
Se Deus pode nos perdoar quando éramos Seus inimigos, será que Ele vai ser menos perdoador a nós agora que somos Seus filhos?
Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte de Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida” (Rm 5.10).
Aqueles que temem que Deus não pode perdoá-los estão mais próximos do Senhor do que imaginam porque Deus não consegue resistir a um coração quebrantado (Is 57.15). Ele pode resistir aos orgulhosos e aos que não se dobram, mas não desprezará o homem que verdadeiramente se arrepender (Sl 51.17).
3. Sim, mas como Deus perdoará? Cometi um determinado pecado e Deus me perdoou. Mas já cometi o mesmo pecado várias vezes desde então. Logicamente que Deus não pode perdoar indefinidamente.
Esta dificuldade encontra uma resposta indireta em Mateus 18.21-22: “Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete”.
Aqui, o Senhor ensina que devemos nos perdoar uns aos outros não sete vezes, mas setenta vezes sete, que é outra maneira de dizer indefinidamente.
Bem, se Deus nos ensina a perdoar uns aos outros indefinidamente, com que freqüência Ele nos perdoará? A resposta parece óbvia.
O conhecimento desta verdade não deveria nos fazer negligentes nem tampouco nos estimular a pecar. Por outro lado, esta maravilhosa graça é a mais forte razão pela qual o crente não deve pecar.
4. O problema comigo é que não me sinto perdoado.
Deus nunca pretendeu que a segurança do perdão viesse ao crente através dos sentimentos. Em um dado momento, você pode se sentir perdoado, mas depois, um pouco mais tarde, você poderá se sentir tão culpado quanto possível.
Deus quer que nós saibamos que somos perdoados. E Ele baseou a segurança do perdão naquilo que é a maior certeza do universo. A Sua Palavra, a Bíblia, nos diz que, se confessarmos os nossos pecados, Ele nos perdoa os pecados (1 Jo 1.9).
O importante é sermos perdoados, quer sintamos ou não. Uma pessoa pode se sentir perdoada e não ter sido perdoada. Nesse caso, seus sentimentos a enganam. Por outro lado, uma pessoa pode ser verdadeiramente perdoada e, mesmo assim, não sentir isso. Que diferença fazem seus sentimentos se a verdade é que Cristo já a perdoou?
O decaído que se arrepende pode saber que está perdoado com base na maior autoridade que existe: a Palavra do Deus Vivo.
5. Temo que, ao me afastar do Senhor, cometi o pecado para o qual não há perdão.
A recaída não é o pecado para o qual não há perdão.
De fato, há pelo menos três pecados para os quais não há perdão mencionados no Novo Testamento, mas podem ser cometidos apenas por incrédulos.
Atribuir os milagres de Jesus, realizados pelo poder do Espírito Santo, ao Diabo é imperdoável. É o mesmo que dizer que o Espírito Santo é o diabo, e, portanto, esta é uma blasfêmia contra o Espírito Santo (Mt 12.22-24).
Professar ser crente e depois repudiar completamente a Cristo é um pecado para o qual não há perdão. Este é o pecado da apostasia mencionado em Hebreus 6.4-6. Não é a mesma coisa que negar a Cristo. Pedro fez isto e foi restaurado. Este é o pecado voluntário de calcar aos pés o Filho de Deus, fazendo de Seu sangue algo impuro, e desprezando o Espírito da graça (Hb 10.29).
Morrer na incredulidade é imperdoável (Jo 8.24). Este é o pecado de recusar-se a crer no Senhor Jesus Cristo, o pecado de morrer sem arrependimento e sem fé no Salvador. A diferença entre o verdadeiro crente e aquele que não é salvo é que o primeiro pode cair várias vezes, mas se levantará novamente.
O Senhor firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão” (Sl 37.23-24).
Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os perversos serão derribados pela calamidade” (Pv 24.16).
6. Creio que o Senhor me perdoou, mas eu não consigo perdoar a mim mesmo.
Para todos aqueles que alguma vez na vida já tiveram uma recaída (e será que existe algum crente que jamais caiu, de uma forma ou de outra?), esta atitude é bastante compreensível. Sentimos nossa completa incapacidade e nosso fracasso de maneira tão profunda.
No entanto, a atitude não é razoável. Se Deus perdoou, por que eu me permitiria ser afligido por sentimentos de culpa?
A fé afirma que o perdão é um fato e se esquece do passado – exceto como uma advertência saudável para não nos afastarmos do Senhor novamente

terça-feira, 9 de abril de 2013

TJ decide obrigar Governo a pagar horas extras para professores

Japi Em Foco: TJ decide obrigar Governo a pagar horas extras a p...: O Governo do Estado foi obrigado a pagar 16 horas extras por mês para cada professor da rede pública estadual de ensino. A determinação é ...