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sábado, 15 de outubro de 2011

NOTA OFICIAL


ASSOCIAÇÃO DE IGREJAS BATISTAS REGULARES DO RIO GRANDE DO NORTE
NOTA À IMPRENSA
No ano 2011 de Nosso Senhor Jesus Cristo, as Igrejas Batistas Regulares do Rio Grande de Norte sentem-se consternadas com a prisão do Pr. Gilson Neudo do Amaral da Igreja Batista Regular de Caicó, no dia 09 de outubro, último domingo. Tal é o choque sobre nós que ainda não assimilamos a veracidade do fato. Por um lado, achamos impossível, bem como entendemos que é inadmissível que um de nossos pastores possa se envolver com tráfico de entorpecentes; ser abstinente ao fumo e ao álcool e combater o efeito nocivo das drogas é ponto de honra para os pastores que ministram em nossas igrejas. Por outro lado, não queremos acreditar que agentes da sociedade possam forjar a prisão não somente de um pastor, mas de qualquer pai de família por motivos escusos. Temos mais de 70 (setenta) anos de existência no campo potiguar e nunca houve de nós qualquer fato negativo dessa proporção. É bem verdade que há anos, a AIBRERN vem tratando com a Igreja Batista Regular de Caicó quanto ao Pr. Gilson, mas exclusivamente sobre assuntos eclesiásticos e ministeriais dos quais fizemos recomendações e que não foram acatadas. Entretanto, as Igrejas Batistas Regulares são autônomas e responsáveis por suas decisões, não cabendo à AIBRERN interferir na administração, somente recomendar. De qualquer forma, as igrejas associadas dispõem-se a ajudar a nossa Igreja co-irmã em Caicó e restaurá-la no que for preciso. Quanto ao Pr. Gilson e sua família, dispomos a mão fraterna, sem deixar de reconhecer a gravidade dos fatos, como escrito acima, não os assimilamos. Os Batistas Regulares potiguares estão tristes, de luto, envergonhados, mas não esmorecidos, o Senhor Jesus Cristo e sua Palavra é o nosso esteio e suficiência para todas as coisas. Não esmorecidos ainda, porque cremos no bom senso do povo potiguar e de nossa imprensa para discernir que este é um fato isolado e que, queira Deus, nunca mais se repita.
“Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão. Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes.” (Salmos 126:5-6)
Natal, RN, 15 de outubro de 2011.
PASTOR JOSÉ ERINALDO DA COSTA
Presidente da Associação de Igrejas Batistas Regulares do Rio Grande do Norte – AIBRERN

sexta-feira, 14 de outubro de 2011


NOTA DE ESCLARECIMENTO

Desde a noite do último domingo (09.10) toda a imprensa falada, escrita e televisiva bem como os blogs e sites  tem noticiado a prisão do Pr. Gilson Neudo S, do Amaral, acusado de tráfico de drogas,  na cidade de Caicó RN. Dando assim, grande repercussão ao caso em todo estado.

Como Batista Regulares, repudiamos veementemente o uso, a venda e o consumo de drogas licitas e ilícitas, por parte de nossos membros e pastores ou de qualquer cidadão que trilhe por esse caminho tortuoso. Por acreditarmos que o envolvimento do cristão com essas práticas violam todos os princípios ético-cristão-doutrinário, defendidos historicamente pelos Batistas Regulares no Brasil e no mundo.

Lamentamos profundamente o ocorrido na cidade de Caicó RN e esperamos que os fatos possam ser esclarecidos o mais rápido possível. Para dirimir qualquer tipo de dúvidas com relação ao ocorrido e, que o(s) culpado(s) seja(m) punido(s) exemplarmente.

Esperamos que o acusado tenha pleno direito de  defesa e que caso seja inocente, venha provar sua inocência e  ficar livre das acusações que lhe são  impostas.

Acreditamos na Justiça de Deus e na Justiça dos Homens e cremos que Deus não terá ”o inocente por culpado e nem o culpado por inocente, pois todas as coisas estão nuas e patentes diante dos seus olhos”. E que o Deus de Justiça punirá todos os culpados diante de seu Tribunal.




Em Cristo,




Pr. Lenivaldo Gonzaga

domingo, 18 de setembro de 2011

IRMÃ DORRIE GUNNING DORME COM O SENHOR

Dorrie Gunning

Ela passou para a presença de seu Salvador na tarde de 14 de setembro. Aos  93 anos de idade. Depois de uma vida toda dedicada a Obra de Deus. Durante muitos anos, o casal James e Dorrie Gunning  trabalharam como Missionários Batista em solo Brasileiro, iniciando seu ministério na Região Norte do Brasil, no Estado do Acre.

Em 1985, o casal James e Dorrie Gunning vieram para o Rio Grande do Norte e escolheram a cidade de Campo Redondo para desenvolver seu ministério na Igreja Batista. Fundaram o trabalho da comunidade Malhada Vermelha e no Conjunto Lauro Maia. Dedicaram um bom tempo de suas vidas ao povo camporendondense. Em 1991, o casal deixou nossa cidade e voltou para sua terra natal, Irlanda do Norte, deixando muitas lembranças e saudade nos corações dos irmãos e amigos que conviveram com eles durante o tempo de que moraram em Campo Redondo .

Em março de 2006 o Pastor James recebeu o chamado para está com o Senhor na eternidade e, na última quinta feira, 14 de setembro, irmã Dorrie também foi chamada a está com Senhor. Resta-nos as boas lembranças e a certeza de reencontrá-los em breve na eternidade.
"Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos."




segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MEDITANDO...


A ÚLTIMA PALAVRA
“...Não temas, crê somente”. Mc.5:36

Confiar em Deus é sempre um grande desafio. Constantemente temos que decidir entre, seguir as ordens divinas quando diz: “siga em frente, confie no que digo” ou outras vozes que ecoam, dizendo: “não vale a pena, você se dará mal”. Interessante ainda é que estas vozes não vêm de terras “longínquas”, mas podem estar bem perto de nós, ao nosso lado, como foi o caso de Jairo, um dos personagens do texto em questão, que recebeu conselho dos de sua própria casa, pois revela o texto: “Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre?” (5:35).

Esse ocorrido envolvia um pai que tinha uma filha doente, e sem ter a quem recorrer clamou pela ajuda de Cristo, sabendo que Ele poderia restituir a sua vida. No decorrer da visita do Mestre a casa de Jairo, os da sua própria casa consolou-o com um pessimismo tamanho, como citado acima. Mas enquanto o pobre homem recebia tais conselhos, O Autor da Vida, trazia “esperança”. Diz o texto, “Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente” (5:36).

Querido ouvinte ou leitor, pode ser que o teu problema não seja o mesmo que envolvia a história daquele pai, pode ser maior ou menor, não importa o tamanho do problema que você enfrenta; Deus é o Deus do impossível. Não se curve diante das muitas “vozes” que ecoam aos teus ouvidos dizendo que não há mais jeito, acredite na palavra de Cristo, “não temas, crê somente (...) A criança não está morta, mas dorme” (5:36,39). Vivemos numa época de “ceticismo”, em que a cada dia somos desafiados a crer que Deus não faz parte de nossa história; fuja dessa manobra; ela é obra do Diabo!

Por outro lado, saiba que à medida que você desprezar o “ceticismo” em detrimento da tua confiança na “Palavra” de Cristo, você será “esnobado”, digo isto porque o próprio Cristo o foi, “E riam-se dele” (5:40). Mas a exemplo do mestre, permaneça firme e determinado em fazer a vontade do Nosso Pai Celestial.

Por tudo isso, eu quero te desafiar a dar à devida credibilidade à “palavra” de Cristo. Desafio-te a meditar nas seguintes palavras que Ele mesmo proferiu: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (Jo.14:27).
Que o SENHOR abençoe a tua vida!

ORGULHO - CUIDADO COM ESSE BICHO!!!!


SUA LUTA CONTRA O ORGULHO





Dr. Joel Beeke



Atente à sua atitude para com o ministério. Os pastores podem desenvolver duas atitudes paralisantes em relação ao ministério: orgulho ou pessimismo. Ambas são mundanas, pois demonstram que o mundo ainda não está crucificado em nós. Neste capítulo, abordaremos o orgulho; nos próximos capítulos, o pessimismo.


 O pecado de orgulho


Deus odeia o orgulho (Pv 6.16-17). Com seu coração, Ele odeia o orgulho; com seus lábios, amaldiçoa-o; com suas mãos, pune-o (Sl 119.21; Is 2.12; 23.9). O orgulho foi o primeiro inimigo de Deus. Foi o primeiro pecado no Paraíso e será o último que deixaremos na terra. Como pecado, o orgulho é singular. Muitos pecados nos afastam de Deus, mas o orgulho é um ataque direto contra Deus. Eleva nosso coração acima de Deus e contra Ele. O orgulho procura destronar a Deus e entronizar a si mesmo.


O orgulho também procura destronar meu próximo. Sempre coloca a idolatria do “ego” acima do meu próximo. Em sua raiz, o orgulho transgride ambas as tábuas da Lei, todos os Dez Mandamentos.


O orgulho é complexo. “Assume muitas formas e estilos, envolvendo o coração como as camadas de uma cebola: quando remove uma camada, há outra por baixo”, escreveu Jonathan Edwards.


Nós, pastores, que estamos sempre sob o olhar das pessoas, somos particularmente inclinados ao pecado de orgulho. Conforme escreveu Richard Greenham: “Quanto mais piedoso for um homem, quanto mais graças e bênçãos de Deus estiverem sobre ele, tanto mais ele precisará orar, porque Satanás está muito ocupado em agir contra ele e porque é propenso a se envaidecer com uma presunçosa santidade”.


O orgulho se alimenta de qualquer coisa: uma medida justa de sabedoria e habilidade, um simples cumprimento, um tempo de prosperidade notável, uma chamada a servir a Deus em uma posição de prestígio — até a honra de sofrer por causa da verdade. “É muito difícil matar de fome esse pecado, visto que não existe quase nada do que ele não possa viver”, escreveu Richard Mayo.


Se pensamos que estamos imunes ao pecado de orgulho, devemos perguntar a nós mesmos: quão dependente somos do louvor dos outros? Estamos mais preocupados com uma reputação de santidade do que com a própria santidade? O que os presentes e as recompensas que ganhamos de outros dizem a respeito de nosso ministério? Como reagimos ao criticismo das pessoas de nossa igreja?


Nossos antecessores não se consideravam imunes a este pecado. “Sei que sou orgulhoso; mas não conheço metade de meu orgulho”, escreveu Robert Murray M’Cheyne. Vinte anos depois de sua conversão, Jonathan Edwards lamentava as “profundezas insondáveis e infinitas de orgulho” deixadas em seu coração. E Lutero disse: “Tenho mais medo do papa do ‘ego’ do que do papa de Roma e de todos os seus cardeais”.


O orgulho destrói nossa obra. “Quando o orgulho escreve nosso sermão ele assume sua forma e sobe ao púlpito conosco”, disse Richard Baxter. “O orgulho forma o nosso tom, estimula nossa pregação e subtrai-nos aquilo que poderia ser desagradável às pessoas. Ele nos coloca na busca do fútil aplauso de nossos ouvintes. Faz os homens seguirem a si mesmos e buscarem sua própria glória.”


Um pastor piedoso luta contra o orgulho, enquanto um pastor mundano alimenta o orgulho. “Os homens me admiram freqüentemente, e sinto deleite nisso”, admitiu Matthew Henry, “mas odeio o deleito que sinto”.


Cotton Matthew recordava, quando o orgulho enchia seu coração de amargura e confusão diante do Senhor: “Esforçava-me para ver meu orgulho como a própria imagem do Diabo, contrário à imagem e graça de Cristo; vê-lo como uma ofensa contra Deus e uma afronta ao seu Espírito; como a tolice e a loucura mais insensata para alguém que não possuía nada excelente e uma natureza tão corrupta”.


Thomas Shepard também lutava contra o orgulho. Em seu diário, na folha do dia 10 de novembro de 1642, ele escreveu: “Fiz um jejum pessoal, para obter mais clareza, a fim de ver toda a glória de Deus… e para obter a vitória sobre todo o orgulho remanescente em meu coração”.

Você pode se identificar com esses pastores, em sua luta contra o orgulho? Você se importa bastante com seus irmãos no ministério, a ponto de admoestá-los a respeito deste pecado? Quando John Eliot, o missionário puritano, observava que um colega pensava muito elevado a respeito de si mesmo, diria para ele: “Irmão, estude a mortificação, estude a mortificação”.





Maneiras de subjugar o orgulho


          Como lutamos contra o orgulho? Eis algumas maneiras que nos ajudam a subjugar o orgulho.


Entenda quão profundamente o orgulho está arraigado em nós e quão perigoso ele é para o ministério. Devemos protestar conosco mesmo como o puritano Richard Mayo: “Deve ser orgulhoso o homem que pecou como tu pecaste, que viveu como tens vivido, que desperdiçou tanto tempo, que abusou tanto da misericórdia, que omitiu tantos deveres, que negligenciou tão grandes meios e, por isso, entristeceu o Espírito de Deus, transgrediu a sua Lei, desonrou o seu nome. Deve ser orgulhoso o homem que tem um coração como o que tens”.


Olhe para Cristo. Se desejamos destruir o orgulho mundano e viver com humildade santa, olhemos para Cristo, nosso Salvador, cuja vida, conforme disse Calvino, “era nada mais do que uma série de sofrimentos”. Em nenhum outro lugar a humildade foi tão cultivada como no Getsêmani e no Calvário. Quando o orgulho ameaça você, considere o contraste entre um pastor orgulhoso e um Salvador humilde. Confesse, como Joseph Hall:


 Teu jardim é o lugar
Onde o orgulho não pode entrar,
Pois, se ali ele ousasse entrar,
Logo seria afogado em sangue.

E cante, com Isaac Watts:


Quando investigo a maravilhosa cruz,
Em que morreu o Príncipe da Glória,
Meu maior ganho reputo como perda
E lanço desdém sobre todo o meu orgulho.


Permaneça na Palavra. Em dependência do Espírito, leia, pesquise, memorize, ame, ore sobre ela e medite em passagens como Salmos 39.4-6; Salmos 51.17; Gálatas 6.14; Filipenses 2.5-8; Hebreus 12.1-4; 1 Pedro 4.1. Somente o Espírito pode destruir o poder de nosso orgulho e cultivar humildade em nosso íntimo, tomando as coisas de Cristo e revelando-as para nós.


Busque um conhecimento mais profundo de Deus, seus atributos e sua glória. Jó e Isaías nos ensinam que nada é tão humilhante como o conhecimento de Deus (Jo 42; Is 6). Gaste tempo meditando nas grandezas e santidade de Deus, em comparação com sua pequenez e pecaminosidade.


Pratique a humildade (Fp 2.3-4). Lembre como Agostinho respondeu a pergunta: “Quais as três virtudes que um pastor mais necessita?” Ele disse: “Humildade, humildade, humildade”. Para obter isso, procure ter maior consciência de sua depravação, bem como da hediondez e da irracionalidade do pecado. Não descanse enquanto não puder confessar diariamente como João Batista: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3.30), pois isto é a essência da humildade.


Lembre, diariamente, que “a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18). Considere suas aflições como dons de Deus para conservá-lo humilde. Considere seus talentos como dons de Deus que nunca lhe trazem qualquer honra (1 Co 4.7). Tudo que você já realizou e realizará veio das mãos de Deus.


Encare a vitória sobre o orgulho como um processo vitalício que o chama a crescer em servidão. Esteja determinado a batalhar contra o orgulho, por considerar cada dia como uma oportunidade para esquecer-se de si mesmo e servir aos outros. Como escreveu Abraham Booth: “Não esqueça que toda a sua obra é ministerial — e não legislativa — para que você não seja um senhor da igreja, e sim um servo.8 O ato de servir é intrinsecamente humilhante.


Leia a biografia de grandes santos, como Whitefield’s Jounals (Diário de Whitefield)A Vida de David Brainerd, e Spurgeon’s Early Years (Os Primeiros Anos de Spurgeon). Como disse Martin Lloyd-Jones: “Se isso não o trouxer à terra, declare que você é apenas um profissional, sem esperança”.9 Associe-se com santos que exemplificam humildade, e não com arrogantes ou bajuladores.


Medite naquilo que os puritanos chamavam de “as quatro últimas coisas”: a solenidade da morte, a certeza do Dia do Juízo, a amplitude da eternidade e os estados inalteráveis do céu e do inferno. Considere o que você merece por causa do pecado e qual será o seu futuro por causa da graça. Permita que o contraste o humilhe (1 Pe 5.5-7).





Notas:


1. Puritan sermons, 1659-1689, being the morning exercises at Cripplegate. Wheaton, Ill.: Richard Owen Roberts, 1981. 3:378.
2. Baxter, Richard. The reformed pastor. New York: Robert Carter & Brothers, 1860. p. 212-226.
3. Citado em Bridges, Charles. Christian ministry. p.153.
4. Ibid. p. 152.
5. McGiffert, Michel (Ed.). God’s plot: puritan spirituality in Thomas Shepard’s Cambridge. Ambers: University of Massachusetts Press, 1994. p. 82, ss.
6. Citado em Bridges, Charles. Christian ministry. p.128.
7. Puritan sermons, 1659-1689, being the morning exercises at Cripplegate. Wheaton, Ill.: Richard Owen Roberts, 1981. 3:390.
8. In: Brown, John (Ed.). The christian pastor’s manual. Ligonier, Pa.: Soli Deo Gloria, 1991. p. 66.
9. Llyod-Jones, D. M. Pregação e pregadores. São José dos Campos: Fiel, 2007 p. xxx.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Pastor Bispo partiu para a Glória


Na tarde do ultimo sábado (27) partiu para a eternidade o Pr. José Bispo dos Reis, vitima de Infarto.fulminante. Há muitos anos, tinha problemas de coração, o que o levou a ser usuário de marcapasso. Mas mesmo assim continuava ativo naquilo que mais gostava de fazer que era pregar o Evangelho.

O Pastor Bispo (como era conhecido) tinha 66 anos e era natural da cidade de Estância -  ES. Casado com a Irmã Zefinha, companheira fiel em todas as suas lutas e pai de 02 filhos  Há muitos anos morava no Rio Grande do Norte, atuando na Obra Missionária e auxiliando na fundação de Igrejas.

Bispo foi o primeiro Missionário da Associação Missionária Auxiliadora Nacional AMEN. Trabalho na IBR Santa Catarina e na Igreja Batista Bereina em Ceara-Mirim e trabalhou ainda na cidade de Papiramutá- Estado Bahia.

O missionário Bispo Fundou as Igrejas Batista Regulares de Parque dos Coqueiros - Natal e a Igreja Batista Regular na cidade Extremoz, onde ainda atuava em parceria com o Pr Jonas Alves.

O coração do do grande guerreiro José Bispo dos Reis bateu até o último minuto voltado para a Obra de Deus. Apesar de doente, Bispo ainda tinha muitos projetos que queria desenvolver, entre eles a construção do Templo da Igreja Batista Regular de Extremoz  e a fundação de uma nova Igreja na Zona Norte de Natal.

XI Conferencia Missionária


Aconteceu neste final de semana XI CONFERENCIA MISSIOONÁRIA NA IBF EM SANTO ANTONIO RN. O tema "SOU DEVEDOR foi desenvolvido pelo Pr Lenivaldo Gonzaga, trazendo um desafio missionário para a Igreja se envolver ainda mais na Obra de Deus.



sexta-feira, 22 de julho de 2011

O homem que manda em Deus. Será?





Pedir ou Determinar? Em seu livro “Exija seus direitos” RR Soares...



“E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” Jo 14:13


Em seu livro “Exija seus direitos” RR Soares, líder da Igreja Internacional da Graça ensina que o crente não deve pedir a bênção, mas determiná-la ou exigir como um direito. A suposta base bíblica para essa sua doutrina nefasta é Jo 14:13, muito embora ele a credite a Kenneth Hagin. Ambos afirmam que “a palavra pedirdes foi mal traduzida” e que aiteo “deveria ter sido traduzido por exigirdes ou determinardes” (p. 42). Segundo ele “continuar orando, pedindo, suplicando por algo que já é seu é declarar que a Palavra do Senhor pode não ser a verdade” (p. 45). Chega ao extremo de dizer que ser paciente e suportar a provação é dar lugar ao Diabo (p. 78).


No livro ele afirma que não é versado em grego. Mas acreditou piamente no que Hagin lhe disse. Depois disse que conferiu no dicionário de Strong e que de fato a palavra aitéo também pode significar exigir, determinar. A propósito, ele define determinar como “a nossa ação com base na Palavra de Deus, o que nada mais é do que tomar posse da bênção e exigir os nossos direitos” (p. 27).


O significado de um termo deve ser buscado no uso que os autores fizeram dele nas escrituras. E quando examinamos o uso de aiteo nas Escritura descobrimos que ele jamais é utilizada com o sentido que RR Soares e Hagin lhe emprestam. E também descobrimos que as palavras determinar, ordenar, exigir, etc. jamais são utilizadas pelo homem para obter algo de Deus. Portanto, se Soares valoriza a Palavra de Deus como diz valorizar, deveria ter o mínimo cuidado para utilizá-la sem distorcer o seu significado, semeando o erro no meio do povo de Deus.


O significado bíblico de aiteo


As principais traduções e versões bíblicas traduzem aiteo como pedir. Tomando Jo 14:13 como exemplo, já vimos que a Almeida Revista e Atualizada a traduz assim, assim como a Almeida Revista e Corrigida. A Tradução Brasileira também fez essa tradução, bem como a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Estariam todos os tradudores enganados ou mal intencionados ao esconderem o sentido de ordenar em suas traduções? Veremos que não.


Antigo Testamento


O termo aiteo e seus cognatos são utilizados no Antigo Testamento 65 vezes na Septuaginta. O sentido é sempre de pedir, implorar, suplicar, e nunca de ordenar ou determinar. Assim, temos Elias dizendo a Eliseu “pede-me o que queres” (2Re 2:9); Jabez invocou a Deus dizendo “Oh! Tomara que me abenções” e Deus lhe deu “o que lhe tinha pedido” (1Cr 4:10); a Salomão Deus disse “pede-me o que queres que eu te dê” (2Cr 1:7) e o próprio Salomão deu à rainha de Sabá “tudo o que ela desejou e pediu” (2Cr 9:12). Vemos também Esdras dizendo que teve “vergonha de pedir ao rei” (Ed 8:22), enquanto que Neemias diz “pedi licença ao rei” (Ne 13:6) para voltar a Jerusalém. Davi não determinou, mas orou “uma coisa peço ao Senhor” (Sl 27:4), Salomão, mesmo sendo mais ousado disse “duas coisas te peço” (Pv 30:7). Isaías disse a Acaz “pede ao Senhor, teu Deus, um sinal” (Is 7:11) e Jeremias observou que durante o cerco de Jerusalém “os meninos pedem pão” (Lm 4:4). Para que seus três amigos fossem constituídos sobre os negócios da Babilônia, Daniel não determinou ao rei, mas fez um pedido (Dn 2:49). Finalmente, Zacarias disse “pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias” (Zc 10:1).


Em todas as passagens acima a Septuaginta utiliza aiteo, e em nenhuma delas a tradução determinar é cabível. Imagine Eliseu exigindo de Elias a porção dobrada, Jabez ordenando a Deus que alargasse os seus limites, Salomão determinando que Deus lhe desse sabedoria e a rainha, em sua visita de cortesia a Salomão ordenasse que este lhe desse o que ela desejasse! Seria absurdo. Como seria despropositado também que Esdras, Neemias e Daniel exigissem seus direitos junto ao rei, que Davi, Salomão e Acaz dessem ordens a Deus e meninos famintos exigissem seus direitos! Portanto, o uso que os setenta fizeram de aiteo na tradução do Antigo Testamento para o grego não deixa dúvida que pedir, rogar, suplicar, etc. é a tradução mais adequada e que qualquer termo que denote autoridade não é apropriada.


Novo Testamento


Já vimos que no uso que os tradutores da Septuaginta fizeram de aiteo não cabe o sentido de ordenar, determinar, mandar, exigir ou qualquer outro que Hagin e seu aprendiz queiram dar. Mas sei que Hagin principalmente despreza o Antigo Testamento, então vejamos se o Novo lhe dá algum apoio às suas idéias. A palavra aiteo aparece diversas vezes nos evangelhos e nos demais escritos do Novo Testamento. Jesus diz que o Pai sabe o que seus filhos precisam “antes que o peçais” (Mt 6:8), mesmo assim orienta “pedi, e dar-se-vos-á” (Mt 7:7), pois “qual pai se porventura seu filho lhe pedir pão lhe dará uma pedra?” (Mt 7:9). Vemos que a mulher de Zebedeu se aproximou dEle, o adorou e “pediu-lhe um favor” (Mt 20:20). No verso seguinte ao utilizado como cavalo de batalha por Soares Jesus diz “se me pedirdes alguma coisa coisa em meu nome eu vos darei” (Jo 14:14). À porta Formosa, o coxo de nascença pedia esmola (At 3:2) e Paulo escreveu aos Colossenses “não cessamos de orar por vós e de pedir” (Cl 1:9). Aos faltos de sabedoria Tiago preceitua “peça-a a Deus” (Tg 1:5) e João anima com o testemunho de que “aquilo que pedimos, dEle recebemos” (1Jo 3:22).


Em todas essas passagens e outras não mencionadas, aiteo é utilizada para mostrar alguém pedindo encarecidamente a alguém que tem autoridade maior e que poderia conceder o pedido ou não, de acordo com sua vontade. É um contra-senso pensar que um filho pode determinar o que seu pai deve lhe dar, que a mãe de Tiago e João poderia adorar a Jesus e em seguida lhe dar ordem ou fazer exigências ou que um aleijado de nascença pudesse exigir direito a esmolas, que por isso deixaria de ser esmola. A esta altura RR Soares diria “Exigir ou determinar a bênção não é dar ordens ao Senhor” (p. 46). Porém, se aiteo significa determinar, ordenar, exigir e se aiteo refere-se àquilo que queremos receber de Deus, então forçosamente a ordem é dada a Deus. Jesus disse “se me pedirdes” e Tiago escreveu “peça a Deus”. No mínimo RR Soares deverá explicar porque aiteo em Jo 14:13 significa ordenar, exigir e no verso seguinte significa pedir, suplicar, etc. O emaranhado que ele se meteu é tal que a conseqüência lógica de seu raciocínio beira à blasfêmia, pois ou faz do Diabo a fonte de bênção do crente ou a criatura mete-se a mandar no Criador!


Jesus e nós


RR Soares afirma que não devemos pedir, pois Jesus não pedia nada ao Pai, apenas determinava, ordenava, exigia. Escapou-lhe um detalhe que faz toda diferença: não somos Jesus e embora ele tenha participado de nossa humanidade nós não participamos de sua divindade. Ele é Senhor, e nós servos. Jesus não era apenas um homem, era verdadeiro Deus. Mas há outro detalhe que Soares não percebeu e seu mestre não lhe alertou. Jesus nunca se referiu a si mesmo como pedindo ao Pai utilizando o termo aiteo. Por quê? Porque aiteo se refere a um inferior pedindo a um superior, e Jesus é igual ao Pai. Assim, quando refere-se a um pedido ao Pai ou quando ora, Jesus utiliza o termo erotao, que é mais usado para um pedido entre iguais. Na mesma passagem que nos manda pedir (aiteo) Jesus disse “eu rogarei ao Pai” (Jo 14:16), utilizando erotao. Numa outra passagem Jesus diz “naquele dia, pedireis (aiteo) em meu nome; e não vos digo que rogarei (erotao) ao Pai por vós” (Jo 16:26). Mesmo quando a tradução é pedir, o termo utilizado por Jesus é erotao, como em Jo 17:15. Então, se aiteo é determinar, temos que Jesus nunca determinava, enquanto que os discípulos deveriam fazer isso, o que só faz sentido na mente de Hagin e Soares.


Determinar e ordenar


Apesar de aiteo não significar determinar, ordenar ou exigir, estas são palavras que ocorrem na Bíblia. Mas não estão relacionadas ao recebimento de bênçãos de Deus através da oração. Uma das palavras utilizadas para traduzir determinar é keleuo, traduzida também por comandar, ordenar. Assim, Jesus “ordenou que passassem para a outra margem” (Mt 8:18) e Herodes “ordenou que lha desse [a cabeça de João Batista]“ (Mt 14:19). Quando José de Arimatéia pediu (aiteo) o corpo de Jesus, Pilatos “mandou que lho fosse entregue” (Mt 14:19). Em nenhuma ocasião keleuo é utilizado para que crentes tomassem posse da bênção. Outra palavra grega utilizada como determinar é prostasso. Das sete vezes em que ocorre, em nenhuma refere-se a crente usando de autoridade para receber bênçãos (Mt 1:24; 8:4; 21:6; Mc 1:44; Lc 5:14; At 10:33,48). Outra palavra às vezes traduzida determinar é paraggello, como usado em “Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem” (Lc 8:29). Esta mesma autoridade usou Paulo para expulsar demônios (At 16:18), mas isto está longe de ordenar anjos que nos tragam a bênção. Horizo também pode é traduzido como determinar, como por exemplo em Hb 4:7, porém em nenhuma de suas oito ocorrências refere-se a crentes determinando a bênção. Como essas, há outras palavras que transmitem a idéia de determinar, porém nãos e aplicam a crentes obtendo bênçãos de Deus.


A palavra normalmente traduzida como ordenar, mandar é epitasso. Jesus mandou que espíritos fossem para o abismo (Lc 8:31), Herodes mandou que trouxessem a caça de João Batista (Mc 6:27), o sumo sacerdote mandou que batessem na boca de Paulo (At 23:2) e o próprio Paulo reconehceu que pdoeria ordenar o que quisesse a Filemon, mas nenhuma dessas pessoas estavam determinando a bênção para suas vidas!


Conclusão
O autor de “Exija seus direitos” confessou não ser versado em grego. Eu também não sou. Porém, mesmo para quem faltaalterudição é patente a falta de sustentação bíblica para a idéia de que o crente não deve pedir, e sim determinar, exigir sua bênção. RR Soares semeia um ensino pernicioso à fé, e como veremos em outros artigos, essa não é apenas uma filosofia cristã inocente, pois chega ao ponto de tornar Deus obsoleto. Se eu pudesse determinar alguma coisa, determinaria que ele percebesse o erro a que está induzindo muitas pessoas, se retratasse e deixasse a Bíblia dizer o que diz.

domingo, 17 de julho de 2011

Por que MARIA chora ?????






















Aprendi que...


- Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina ( 5 anos)
- Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos)
- Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. (9 anos)
- Aprendi que se pode estar apaixonado por 4 garotas ao mesmo tempo. (9 anos)
- Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. (11 anos)
- Aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa. (11 anos)
- Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. (13 anos)
- Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. (15 anos)
- Aprendi que os grandes problemas sempre começam pequenos. (20 anos)
- Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou.(25anos)
- Aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. (28 anos)
- Aprendi que para todo o lugar que vou, os piores motoristas me seguem. (29 anos)
- Aprendi que casais que não tem filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. (29 anos)
- Aprendi que é mais fácil fazer amigo do que se livrar dele. (30 anos)
- Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. (33 anos)
- Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. (34 anos)
- Aprendi que se quiser ser convidado a festas, tenho que dá-las (38 anos).
- Aprendi que toda a vez que estou viajando gostaria de estar em casa e toda vez que estou em casa gostaria de estar viajando. (38 anos)
- Aprendi que a época que preciso realmente de férias é justamente quando acabei de voltar delas.(38 anos)
- Aprendi que você sabe que sua esposa o ama quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. (39 anos)
- Aprendi que nunca se conhece bem os amigos até que se tire férias com eles. (41 anos)
- Aprendi que se você está levando uma vida sem fracassos, você não está correndo riscos o suficiente. (42 anos)
- Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. (42 anos)
- Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia simplesmente mandando-lhe um pequeno cartão. (44 anos)
- Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional a espessura das toalhas. (46 anos)
- Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. (47 anos)
- Aprendi que se você cuidar bem de seus empregados, eles cuidarão bem a seus clientes. (49 anos)
- Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo.(51 anos)
- Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. (54 anos)
- Aprendi que é impossível tirar férias sem engordar cinco quilos. (55 anos)
- Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. (63 anos)
- Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. (63 anos)
- Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo, nunca acontecem. (64 anos)
- Aprendi que todas as pessoas que dizem que "dinheiro não é tudo" geralmente tem muito. (66 anos)
- Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. (67 anos)
- Aprendi que nunca você deve ir para cama sem resolver uma briga. (71 anos)
- Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. (72 anos)
- Aprendi que envelhecer é importante se você é um queijo. (76 anos)
- Aprendi que tenho muito a aprender. (92 anos)
CONTINUE APRENDENDO....

sexta-feira, 1 de julho de 2011

CULTO, O QUE É ISSO?


  

(...) Culto é mais que cantar, orar e ouvir a Palavra. Além dos atos, é a expressão da razão de ser da igreja. Amo evangelismo e missões, mas creio que a missão da igreja é a adoração. Ela existe em função de Deus (adoração) e não em função dos homens (proclamação). No céu não haverá perdidos a evangelizar, mas haverá igreja. Porque haverá Deus. Ele nos escolheu antes da criação, para vivermos com ele: “Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele em amor” (Ef 1.4). Ao cultuar, a igreja mostra porque existe. Para adorar a Deus, para viver com ele, para ouvi-lo. Por isso, o louvor, a oração e a Palavra. 

Antes do “Ide” (Mc 16.15) houve um “vinde” (Mc 6.7). A igreja é chamada para estar com Jesus e só deve ir ao mundo depois de viver com ele. Comovida por ele, ela evangeliza e faz missões. Quem ama a Jesus compartilha Jesus. “O amor de Cristo nos constrange” (2Co 5.14).

O culto não é para nós. É para Deus. As pessoas avaliam o culto pelo que sentiram. É o culto antropocêntrico. O culto deve ser avaliado de outra maneira: terá agradado a Deus? O cultuador fez, pensou e disse o que Deus queria? Agradar a Deus é o alvo do culto. Este deve ser teocêntrico.

Alguns pensam que quanto mais barulhento, mais espiritual o culto é. Pessoalmente, acho alto volume apenas mau gosto. Prefiro ser desafiado, pensar se estou agradando a Deus, se há algo por mudar em minha vida. Há quem goste de agito, sem reflexão. A questão é que não somos referenciais. Nem temos como saber o que Deus achou do culto. Mas devemos lembrar que a dimensão humana do culto é o quanto ele nos transforma. Muitos cultos não enfatizam a santidade de Deus e suas exigências, mas sim o que os crentes vão receber.

O foco é o homem, e não Deus. Será que é este o culto que Deus deseja, à luz do ensino bíblico?

Se a dimensão humana do culto é nossa transformação, podemos firmar alguns princípios que nos ajudam a ver o quanto o culto serviu à vontade de Deus para a igreja e para o mundo. Houve mudança de vida ou apenas emoções? A cruz foi proclamada? Cristo foi anunciado? Houve abandono de pecado? Houve consagração de vidas? Houve conversões? As pessoas estão amadurecendo? Se isto não acontece, há apenas alarido.

Culto é mais que ajuntamento e mais que forró. É ouvir Deus, falar com Deus e ser transformado. Não é entretenimento. É algo sério: entrar em adoração ao Deus Santo! Quão sério é o culto!

Placa da Igreja não importa?? Será?

Recentemente ouvi uma pessoa  falando para outra: "Placa de igreja não importa". Esse pensamento é corrente em nossos dias como fruto de um Cristianismo insípido e descomprometido com a verdade bíblica e do apelo de satanás para promover o Ecumenismo. Outro dia ouvir um corinho que dizia assim:"Não importa a Igreja que tu és,  se atrás do calvário tu estás". Será que é verdade que o nome da Igreja realmente não importa?

Nome da Igreja não seria importante  se todas as igrejas fossem boas. Mas no mundo têm Igrejas boas é más. Têm igrejas que seguem a Bíblia e têm Igrejas que a não seguem. Alguém já disse que existem em nossos dias "igrejas" ao gosto do freguês - criadas unicamente para agradar ou satisfazer interesses de determinados grupos sociais que nunca são confrontados de seus pecados e "pagam" para ouvir aquilo que lhes agrada e massageia o próprio ego.

Deus deu nomes para ordem no mundo. O nome de Deus é sagrado. O terceiro mandamento da Lei de Deus dada através de Moisés diz, "Não tomarás o NOME do SENHOR teu Deus em vão" (Êxodo 20:7). Têm deuses falsos e o único Deus verdadeiro, por isso existe a necessidade de se fazer distinção entre o nome de Deus e outros deuses.

Nosso nome é importante. Se eu sou cristão meu NOME é escrito no Livro da Vida no céu. Todo o mundo quer um nome limpo para comprar coisas.O escritor de Provérbio afirma que "mas vale o bom nome do que as muitas riquezas...." (Provérbios 22:1).

O nome de quase todas as coisas são importantes. Um carro pode custar R$ 30.000,00 ou R$ 300.000,00 dependendo do nome (Marca). Um Tênis pode custar R$ 30,00 ou R$ 300,00 dependendo do nome (Marca) - Isso indica que um nome tem qualidade mas outro não tem.

É a mesma coisa com igreja. Uma Igreja tem boa doutrina e outra não. Nós podemos saber muito de uma Igreja pelo nome. Nós podemos saber muito de sua doutrina. Nomes dão ordem no mundo.

A placa da igreja importa porque nem todas as igrejas são boas de fato. Uma boa Igreja prega a Bíblia e segue os princípios Nela contidos; crê na suficiência da Bíblia (não necessitando de "revelações" complementares); Cristo é o centro de sua existência (Cristocêntica) e, anuncia a salvação em cristo como o maior milagre de Deus operado no homem que crê. 

É verdade que a Igreja não salva, mas o nome é importante.